Já o soldado Raul Veras Pedroso e o segundo-sargento Arleu Júnior Cardoso Jacobsen, também julgados, foram absolvidos em relação à acusação de falsidade ideológica.
O trio respondia ainda, na esfera militar, por ocultação de cadáver.
A Justiça Militar decidiu pela absolvição dos policiais neste caso.
A família de Gabriel deixou o Tribunal de Justiça Militar (TJMRS), em Porto Alegre, onde ocorreu o julgamento, assim que o terceiro membro do conselho deu o voto.
Ao todo, cinco votaram.
O promotor de Justiça Luiz Eduardo de Oliveira Azevedo, representante do Ministério Público do Rio Grande do Sul (MPRS), se diz "um pouco surpreso" com a sentença e adianta que entrará com recurso.
A defesa de dois dos policiais absolvidos se disse satisfeita com o resultado.
"Foi feita justiça. A defesa fica satisfeita com o resultado, mas, ao mesmo tempo, triste porque o real assassino desse menino Gabriel está solto. Não são esses homens que cometeram o homicídio" disse o advogado Jean Severo.
Os policiais ainda serão julgados na Justiça comum, onde o caso está em fase de instrução. Um processo em separado deverá ainda definir pela exclusão ou não dos policiais da Brigada Militar.

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