O policial militar Cristiano Domingues Francisco, detido desde fevereiro pelo envolvimento na morte da família Aguiar, responde a um processo na Justiça.
O caso refere-se a uma agressão cometida em um abrigo durante as enchentes de 2024, em Canoas.
O PM teria sido acionado por sua companheira, Milena Ruppenthal, que alegou ter sofrido assédio sexual por parte de um médico veterinário no local.
Ao chegar ao abrigo, Cristiano teria desferido uma cabeçada no veterinário, resultando em um ferimento no supercílio da vítima.
O episódio foi registrado por testemunhas e a audiência referente a este caso estava prevista para ocorrer na última terça-feira.
Cristiano já se encontra preso preventivamente pela investigação que apura a execução de três membros da família Aguiar, crime de grande repercussão ocorrido em fevereiro.

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