O processo foca em ofensas proferidas pelo religioso contra integrantes do Alto Comando do Exército Brasileiro.
O pastor responderá por injúria devido a declarações em que chamou generais de "frouxos", "covardes" e "omissos".
A denúncia por calúnia foi descartada após empate na votação (2 a 2), resultado que, por norma regimental, favorece o réu.
Com a abertura da ação penal, inicia-se a fase de coleta de provas e depoimentos.
Ainda não há julgamento sobre a culpa ou inocência do pastor.
O caso remete a um discurso de Malafaia em abril de 2025, na Avenida Paulista.
Na ocasião, o pastor criticou a cúpula militar por não reagir à prisão do general Walter Braga Netto, afirmando que os oficiais não honravam a farda.
A representação foi feita pelo comandante do Exército, general Tomás Paiva, e formalizada pela Procuradoria-Geral da República (PGR), que argumentou que as falas extrapolaram a liberdade de expressão e a crítica política.

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