Em assembleia realizada hoje, os professores da rede municipal de Canoas decidiram manter a greve após rejeitarem a nova proposta da Prefeitura.
Apesar do impasse, a categoria aprovou uma contraproposta para tentar destravar as negociações com o Executivo.
O movimento grevista foca em duas frentes principais que impedem o retorno às aulas:
Os educadores exigem a quitação integral dos valores reivindicados.
A categoria sinalizou que aceita parcelamento apenas em relação ao aumento real de 10%.
A criação de um grupo de trabalho para aplicar a Lei nº 15.326/2026, que reenquadra profissionais da educação infantil como parte do magistério, é tratada como prioridade absoluta.
O prefeito Airton Souza informou, via nota oficial, que o município atingiu o limite da sustentabilidade financeira.
Segundo a administração, novas concessões orçamentárias são inviáveis no momento, e o foco do governo é garantir a retomada das aulas para os alunos e famílias.
"Chegamos ao limite da nossa sustentabilidade financeira", afirmou o prefeito Airton Souza.
O comando de greve aguarda uma sinalização da Prefeitura para uma reunião do grupo de trabalho, sugerida pelos trabalhadores para quarta-feira, às 14h, visando avançar na pauta do enquadramento legal da categoria.

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