É com pesar que se confirma o falecimento da jornalista Alice Ribeiro, repórter da Band Minas, ocorrido nesta quinta-feira.
A notícia marca um momento de profunda tristeza para o jornalismo mineiro.
Alice Ribeiro, de 35 anos, foi vítima de um grave acidente de trânsito na tarde de ontem, na BR-381, entre as cidades de Sabará e Santa Luzia, na Região Metropolitana de Belo Horizonte.
A equipe de reportagem retornava de uma gravação justamente sobre o alto índice de acidentes na rodovia (conhecida como "Rodovia da Morte") quando o veículo da emissora colidiu frontalmente com um caminhão.
O cinegrafista Rodrigo Lapa, de 49 anos, que conduzia o veículo, infelizmente faleceu no local do impacto.
Alice, que estava no banco do passageiro, foi socorrida em estado gravíssimo pelo helicóptero do Corpo de Bombeiros e levada ao Hospital João XXIII.
Após permanecer em coma com traumatismo craniano e múltiplas fraturas, a morte encefálica da jornalista foi confirmada pela emissora e autoridades nesta noite .
Alice era natural de Belo Horizonte e formada pela PUC Minas (2015).
Sua carreira foi marcada pela versatilidade e competência:
Band Minas: Ingressou na emissora em agosto de 2024, onde se destacava pela cobertura de cotidiano e cidades.
Antes de retornar a Minas, trabalhou na Band em Brasília e foi repórter em uma afiliada da TV Globo em Feira de Santana (Bahia). Também acumulou passagens como estagiária na TV Alterosa e Record TV.
A partida precoce de Alice gerou uma onda de solidariedade entre colegas, autoridades e o público.
A Band Minas emitiu uma nota oficial lamentando a perda de uma profissional descrita como "querida e dedicada", afirmando estar prestando todo o suporte necessário à família.
Alice deixa o marido e um filho de apenas nove meses de idade.
Sua morte, ocorrendo no exercício da profissão e em uma rodovia que ela mesma denunciava como perigosa, reforça a urgência das pautas que defendia com seu trabalho.

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