Desde o início da Operação Ágata Conjunta Sul, em maio deste ano, o local serve como Centro de Controle das ações feitas no terreno.
De acordo com o SubChefe do Estado-Maior da Operação, Coronel Francisco José Borges da Silva, é dali que saem as principais ordens às tropas.
“A gente acompanha em tempo real todas as ações que são realizadas, no intuito de reprimir os delitos fronteiriços e ambientais, então ocorre a integração das diversas vertentes da operação: pessoal, inteligência, operações, comunicação social e logística.
Não temos datas pra terminar, até que os objetivos traçados sejam atingidos”, destacou o Coronel aos jornalistas presentes.
Em coletiva, o Chefe do Estado-Maior da Operação Ágata Conjunta Sul, o Contra-Almirante Claudio Eduardo Silva Dias, explicou como funciona o direcionamento de esforços do trabalho interagências, de acordo com as avaliações e serviço de inteligência.
“O objetivo é promover uma sensação de segurança para a população e aumentar a integração das Forças Armadas com os diversos órgãos de Segurança Pública do nosso país, se essa mistura de uniformes não ocorrer, a operação fica infrutífera”, disse o Contra-Almirante.
No total, cerca de 4.000 pessoas, entre militares e civis, trabalham na Operação, nos Estados do Paraná, de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul.
Os resultados já começaram a aparecer: até o momento, foram apreendidos 62.500 mil maços de cigarro, 1.289 kg de drogas, duas armas, seis veículos e uma embarcação. Também foram realizadas 17 inspeções navais e uma intercepção aérea.
Cerca de 4.639 mil veículos já passaram por revista nos Postos de Bloqueio e Controle de Vias e Postos de Bloqueio e Controle de Estradas, nos três Estados do Sul do país.
Texto: 2º Ten Nathalia King
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