Estabeleceram-se no Sul do país, onde, a partir de 1825, fundou-se a colônia alemã de São Leopoldo, berço da colonização alemã no Rio Grande do Sul.
Esses imigrantes em sua maioria eram artesãos, marceneiros, e soldados.
Logo algumas famílias foram se espalhando pelas regiões do Vale do Rio Sinos e região da Serra, Novo Hamburgo, Estancia Velha, Campo Bom, Igrejinha, Taquara, Nova Petrópolis, Gramado e Canela.
Muitos ainda se deslocaram para regiões dos vales, atuais municípios de Santa Cruz do Sul, Agudo, Candelária , Lajeado, Teutônia e Estrela. A entrada dos imigrantes no Rio Grande do Sul, foi de total importância para o desenvolvimento da região, se dedicavam a cultura agrícola, curtume, fumo e criação de pequenos animais. Também desenvolveram a arte da fotografia e arte tumular.
Seus costumes são preservados até hoje, através da religiosidade da Igreja Luterana e da Igreja Católica, bem como através da culinária e pelo cultivo de flores e jardins floridos e bem cuidados, uma marca da cultura alemã.
O primeiro grupo de imigrantes, composto de 38 pessoas, foi recepcionado no Rio de Janeiro pelo Imperador e Imperatriz D. Pedro I e Princesa Dona Leopoldina.
Os imigrantes chegaram em Porto Alegre no dia 18 de julho de 1824 e ao seu destino: o Porto das Telhas, no lugar chamado Faxinal do Courita, à margem esquerda do Rio dos Sinos, em São Leopoldo no dia 25 de julho.
Ficaram hospedados nas dependências da Real Feitoria do Linho Cânhamo, atual Bairro Feitoria.
Uma curiosidade é que chegaram a S.Leopoldo 39 imigrantes,pois ocorreu um parto durante o trajeto de barco de Porto Alegre a S.Leopoldo.

Nenhum comentário:
Postar um comentário