Juramento do Jornalista

Juro exercer a função de jornalista assumindo o compromisso com a verdade e a informação. Atuarei dentro dos princípios universais de justiça e democracia, garantindo principalmente o direito do cidadão à informação. Buscarei o aprimoramento das relações humanas e sociais,através da crítica e análise da sociedade,visando um futuro mais digno e mais justo para todos os cidadãos brasileiros.

141 anos de povoamento urbano


A inauguração, nesta data, do trecho da estrada de ferro de Porto Alegre a São Leopoldo, demarca o ínicio do POVOAMENTO URBANO DE CANOAS. Na verdade, já existem "canoenses" residindo no Capão das Canoas, ao redor da recém construída estação ferroviária. Sim, quando aconteceu a inauguração da estrada de ferro, já se formara pequeno arraial no Capão das Canoas, com a presença constante do loteador e de seus familiares, parentes e amigos. E podemos mencionar os moderadores fixos, arranchados ali pelo major Vicente Freire, como posteiros, zeladores. E escravos de oficio e confiança como estes: Antonio Corrêa, o Antonicão e familia; Elias Corrêa, fabricante de móveis rústicos; Sebastião Corrêa, bom carpinteiro: e o mais moço dos irmãos Corrêa, o José, o Zé da Gaita, marceneiro e fabricante de gaitas de foles; o mulato Antonio Ferreira, o Antonio Gameleiro, fabricante e vendedor de gamelas, e sua mãe, a escrava Gervásia Maria da Conceição. Também estava arranchado ali o alemão Jorge Gothel Henrique Wittrock (e familia). E surgiam os primeiros chalés de veraneio, como o de Vicente Freire e o de John Mac-Genity. 
(Pequena História de Canoas, João Palma da Silva)

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