Em uma decisão histórica e inédita, a direção nacional do Partido dos Trabalhadores (PT) determinou, hoje, que a sigla apoiará a pré-candidatura de Juliana Brizola (PDT) ao governo do Rio Grande do Sul. A medida representa uma intervenção direta sobre o diretório estadual, que insistia na manutenção do nome de Edegar Pretto.
Pela primeira vez desde a sua fundação, o PT gaúcho não terá um candidato próprio ao Palácio Piratini.
A cúpula nacional justificou a intervenção como uma necessidade estratégica de alinhar o cenário estadual à conjuntura nacional, priorizando o palanque para a reeleição do presidente Lula em 2026.
O partido classificou a união com o PDT como fundamental para a consolidação do "campo democrático".
Embora rifado da disputa principal, o PT destacou Pretto como a liderança legítima para conduzir as articulações políticas desse novo bloco.
A resolução encerra meses de queda de braço interna e impõe uma tática de unificação da esquerda e centro-esquerda no estado sob a liderança brizolista, visando fortalecer a base de apoio federal no Sul.
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