Primeiro pontífice vindo das Américas e o primeiro jesuíta a liderar a Igreja Católica, Francisco deixou um legado marcado pela simplicidade e pela busca de uma "Igreja em saída", voltada para as periferias do mundo.
Eleito em 13 de março de 2013 após a renúncia de Bento XVI, Francisco escolheu seu nome em homenagem a São Francisco de Assis, sinalizando seu compromisso com os pobres e com o cuidado com a criação.
Entre os pilares de seu governo, destacaram-se:
Ecologia Integral: Através da encíclica Laudato si’, posicionou a Igreja como uma voz central na defesa do meio ambiente.
Fraternidade Humana: Com a Fratelli tutti, reforçou a necessidade de diálogo inter-religioso e acolhimento a migrantes e refugiados.
Reforma da Cúria: Trabalhou na reorganização das finanças e da administração do Vaticano, buscando maior transparência.
Abertura e Diálogo: Francisco promoveu gestos históricos de aproximação com outras fés e buscou integrar grupos que se sentiam marginalizados pela instituição.
Francisco faleceu na Casa de Santa Marta em 21 de abril de 2025.
Sua morte ocorreu em um momento simbólico para os fiéis, a segunda-feira após a Páscoa, e em meio às preparações do Jubileu.
Seu corpo foi sepultado na Basílica de Santa Maria Maior, local de profunda devoção pessoal do pontífice argentino.
Sucessão:
Após o seu falecimento, o conclave elegeu em maio de 2025 o cardeal Robert Francis Prevost, que assumiu o nome de Leão XIV.
Atualmente, o novo Papa segue conduzindo a Igreja sob o impacto das reformas e da visão pastoral deixada por Francisco, que alterou permanentemente a forma como o papado se comunica com o mundo moderno.
"A vida é um caminho e, quando paramos, as coisas não funcionam." – Papa Francisco.

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