A decisão foi tomada após uma reunião entre Silveira e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, onde foi apresentado um parecer técnico sobre o tema.
Os técnicos da pasta justificaram a decisão com base na volta do período chuvoso, que garantiu o abastecimento dos reservatórios e a geração de energia nas hidrelétricas, permitindo que o país encerrasse o ano sem grandes problemas no setor energético.
O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) havia fornecido dados que consideravam a mudança de horário, mas a conclusão foi de que não era necessária no momento.
Embora o ONS tenha apontado que a adoção do horário de verão poderia gerar uma economia de até R$ 400 milhões em 2024, Silveira afirmou que a medida só seria retomada se fosse essencial.
Ele também destacou que o fim do horário de verão em 2019 foi uma decisão "irresponsável", mas não explicou por que a atual gestão não reverteria essa decisão.

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