Morta ontem, em Washington, Estados Unidos, após furar uma barreira de segurança na Casa Branca e tentar fugir da polícia, Mirian Carey, 34 anos, tinha um histórico de doenças mentais, informaram as autoridades.
De acordo com a rede de TV norte-americana ABC, um porta-voz da família confirmou sua identidade e disse que ela havia sofrido depressão pós-parto após o nascimento da filha, atualmente com um ano, que estava dentro do carro durante a perseguição e o tiroteio. A menina foi retirada do veículo ilesa e colocada em custódia protetiva. “Alguns meses atrás ela ficou doente. Ela estava deprimida, e foi hospitalizada”, disse a mãe da mulher, Idella Carey.
Mirian, que dirigia um sedã preto tentou ultrapassar uma barreira de segurança da Casa Branca, dando início a uma perseguição por parte do Serviço Secreto. A fuga terminou nas imediações do Capitólio, que chegou a ser fechado devido aos disparos. Dois policiais ficaram feridos.

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