A renovação e o reforço do transporte público operado pela concessionária Sogal tornaram-se motivo de controvérsia entre os passageiros de Canoas.
Usuários que utilizam o sistema diariamente vêm questionando a real procedência dos veículos colocados em circulação e apontam graves problemas na higienização do serviço.
Entre as principais queixas da população está o estado de conservação e limpeza dos ônibus, com relatos frequentes de poeira e sujeira no interior dos veículos.
Paralelamente, passageiros levantaram suspeitas de que parte da frota em operação seria, na verdade, composta por ônibus reaproveitados da antiga frota da Carris, de Porto Alegre — veículos que teriam sido atingidos pelas enchentes que devastaram a região.
O descontentamento ganha força no momento em que a comunidade cobra melhorias efetivas na qualidade do atendimento, exigindo que o reforço na frota acompanhe padrões adequados de higiene, manutenção e transparência quanto à origem dos veículos colocados à disposição do público.
Com a colaboração da jorn. Andrea Oliveira que fez o relato ao se deslocar na linha 2 Centro-bairro.

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