NOTA À IMPRENSA :
“Mais do que nunca é fundamental a instalação da CPI do Banco Master.
É preciso separar os inocentes, dos bandidos.
No nosso caso, o que aconteceu foi um filho, procurando patrocínio PRIVADO para um filme PRIVADO sobre a história do próprio pai.
Zero de dinheiro público.
Zero de lei Rouanet.
Conheci Daniel Vorcaro em dezembro de 2024, quando o governo Bolsonaro já havia acabado, e quando não existiam acusações nem suspeitas públicas sobre o banqueiro.
O contato é retomado quando há atraso no pagamento das parcelas de patrocínio necessárias para a conclusão do filme.
Não ofereci vantagens em troca.
Não promovi encontros privados fora da agenda.
Não intermediei negócios com o governo.
Não recebi dinheiro ou qualquer vantagem.
Isso é muito diferente das relações espúrias do governo Lula e seus representantes com Vorcaro.
Por isso, reitero, CPI do MASTER JÁ.”

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