A defesa do adolescente acusado de agredir o cão comunitário Orelha divulgou imagens que mostram o animal caminhando na manhã do dia 4 de janeiro, por volta das 7h.
Segundo os advogados, o registro é posterior ao horário de 5h30 apontado pela Polícia Civil como o momento do crime, o que fundamentaria a negativa de participação do jovem e a contestação do pedido de internação provisória.
A Polícia Civil, por meio da delegada Mardjoli Valcareggi, confirmou a autenticidade das imagens, mas ressaltou que elas não invalidam a investigação.
A delegada explicou que o inquérito nunca afirmou morte imediata: laudos e testemunhos indicam que as lesões evoluíram ao longo de dois dias, sendo compatíveis com agressões ocorridas cerca de 48 horas antes do óbito.
O inquérito foi concluído com o pedido de internação do adolescente.

Nenhum comentário:
Postar um comentário