Alvos e Danos à Infraestrutura :
A ofensiva atingiu pontos estratégicos em diversas regiões do país, com foco na capital e em bases militares de alta relevância. Entre os locais bombardeados e inabilitados, destacam-se:
Instalações Militares: O Quartel de la Montaña (Catia La Mar), o Forte Tiuna e a Base de caças F-16 em Barquisimeto. A base militar de helicópteros em Higuerote também foi reportada como inabilitada após os bombardeios.
Sedes de Poder: O Palácio Federal Legislativo, em Caracas, e o Centro Histórico da cidade sofreram ataques diretos.
Transporte e Logística: O Aeroporto de El Hatillo e o aeroporto privado de Caracas, em Charallave, foram alvos de ataques, sendo que este último foi declarado totalmente inoperante.
Apagão e Medidas de Emergência :
Como consequência direta das explosões, o fornecimento de energia elétrica foi interrompido em setores críticos do sul de Caracas, incluindo áreas como Santa Mónica, Los Teques e a comunidade de 23 de Enero.
Em resposta imediata, as forças de segurança ativaram o Plano de Defesa em Miraflores.
O governo venezuelano classificou a ação como uma agressão que transcende as fronteiras nacionais, atingindo a soberania de toda a América Latina e visando o controle das riquezas naturais do país.

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