O Exército Brasileiro oficializou, ontem, a transferência antecipada do tenente-coronel Mauro Cid para a reserva.
A decisão, assinada pelo comandante da Força, general Tomás Paiva, estabelece que o ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro deixará o serviço ativo no dia 31 de janeiro.
Cid utilizou a "cota compulsória", que permite a aposentadoria antes do tempo regular.
Com quase 30 anos de carreira, ele receberá remuneração proporcional e uma ajuda de custo equivalente a oito salários.
O militar tem até 90 dias para desocupar o imóvel funcional em Brasília.
Atualmente condenado a dois anos de prisão em regime aberto por envolvimento em trama golpista, Cid aguarda uma decisão do ministro Alexandre de Moraes (STF) sobre o pedido de extinção de sua pena.
O tenente-coronel ainda avalia se permanecerá no Distrito Federal ou se mudará para o Rio de Janeiro após o desligamento oficial.

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