Juramento do Jornalista

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Diversidade foi a marca da 57ª Feira do Livro

Milhares de títulos de centenas de autores para um público bem variado. A diversidade foi a marca da 57ª Feira do Livro de Porto Alegre, que ofereceu ao visitante a possibilidade de descobrir a sua Feira. Cada um a seu modo, com gostos e hábitos diferenciados, pode ter acesso ao evento, que tem como objetivo principal promover o livro e a leitura, ampliando o número de leitores.
Para o presidente da Câmara Rio-Grandense do Livro, João Carneiro, esta edição foi marcada, principalmente, pela inclusão e pela bibliodiversidade. "De fato, a Praça da Alfândega abrigou as mais diferentes classes sociais e leitores, desde a mais alta camada intelectual gaúcha, brasileira e internacional, até as pessoas que dão seus primeiros passos na leitura", diz.
Nos 19 dias da maior feira de livros a céu aberto das Américas, em que o sol apareceu quase o tempo todo, em torno de 1,7 milhão de pessoas circularam pela Praça da Alfândega, Cais do Porto e arredores. Foram comercializados 459.588 mil obras, 12% a mais do que na edição do ano passado. A estrutura contou com 153 barracas de livreiros, sendo 109 na Área Geral, 15 na Internacional e 29 na Área Infantil e Juvenil. Além disso, dezenas de barracas de apoiadores, veículos de comunicação social e órgãos públicos, municipais, estaduais e federais transformaram a área da Feira num território do conhecimento.
A diversidade esteve presente em todo o período da Feira, principalmente em sua programação, que contemplou todos os públicos. No total, foram 723 sessões de autógrafos e 675 convidados para atividades como oficinas, mesas-redondas, encontros com autores e seminários, entre outras programações. Na programação para o público adulto foram 394 encontros com autores; 37 oficinas e 112 atividades artísticas. Na Área Infantil e Juvenil, 325 encontros com autores para crianças e adolescentes, além de alunos da Educação de Jovens e Adultos (EJA); 73 atividades para educadores; 76 apresentações artísticas; 26 sessões de autógrafos de escolas; 136 espetáculos de teatro de bonecos, contações e cantações de histórias e 13 sessões de cinema.
Os dias temáticos deram o tom das diferentes opções, trazendo para discussão temas como Educação, América Latina, Afrodescendência, Gentileza, Gastronomia, Meio Ambiente, Viagem, entre outros, que pautaram as visitas do público de acordo com o assunto.
 A patrona desta edição, Jane Tutikian, deu um exemplo de disponibilidade e atenção com o público, uma verdadeira anfitriã. Por onde passou recebeu homenagens de seus leitores e fãs: presentes, cartazes e até clipagem de tudo que saiu na imprensa foram as maneiras encontradas para manifestar o carinho pela patrona, confirmando a sua própria previsão de que esta seria a Feira mais bonita e afetiva dos últimos tempos.
A renovação de grande parte da Praça da Alfândega completou o cenário acolhedor e de convivência típico da Feira do Livro, proporcionando um ambiente mais amplo, arejado e iluminado, com pessoas reunidas para um bate-papo, chimarrão, paquera, discussões literárias e tudo o que a Feira proporciona.
Fonte:Imprensa Feira do LIvro

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