(DHPP) de Canoas investigam o caso.
O crime aconteceu no dia 22 de outubro.
De acordo com a Polícia Civil, o homem teria ligado para a família da vítima, que era enfermeira, e comunicou que ela estava morta. Imediatamente, os familiares foram até o apartamento em que o casal vivia.
Ao chegarem no local, o suspeito já tinha um atestado de óbito, assinado por um outro médico, informando que a causa da morte teria sido um infarto agudo do miocárdio.
Ainda, conforme a polícia, a família não teria acreditado e acionou a polícia exigindo uma autópsia.
"Nós notamos, logo após os familiares nos comunicarem, que o local havia sido parcialmente desfeito.
Haviam alguns indícios que não estavam fechando com a situação de fato que foi informada primeiramente do infarto do miocárdio.
O corpo havia sido movido de local.
Havia também um pote de sorvete com ela e, junto, o marido que estava no entorno muito nervoso com o intuito de proteger o seu veículo" ) afirmou o delegado Arthur Hermes Reguse, titular da DHPP Canoas, em entrevista.
Próximo ao corpo, ainda de acordo com a polícia, os agentes encontraram um pote de sorvete.
O material foi submetido a perícia. Os peritos do Instituto Geral de Perícias (IGP) encontraram zolpidem misturado no alimento.
O suspeito teria utilizado o medicamento para fazer a vítima dormir.
"Ficou concluído que o marido administrou medicações de uso restrito hospitalar do SAMU, o que causou o óbito por conta da deficiência na respiração.
É uma medicação que é obrigatória ser feita uma ventilação imediata para entubação da pessoa em caso de provável morte", destacou o delegado Reguse durante a entrevista.

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