Juramento do Jornalista

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Morreu Nelson Ned, conhecido como o “pequeno gigante da canção”

Conhecido como “pequeno gigante da canção”, o cantor Nelson Ned morreu aos 66 anos, na manhã de ontem , em Cotia, na Grande São Paulo. Ele estava internado desde o dia anterior, com um grave quadro de pneumonia, uma infeção respiratória aguda e problemas na bexiga. A morte dele se deu em decorrência de complicações clínicas.
Desde 24 de dezembro de 2013, ele havia se mudado para uma clínica de repouso, para receber tratamentos especializados já que a saúde do cantor estava em situação bastante delicada desde 2003, quando sofreu um acidente vascular cerebral. Até então, ele era cuidado por uma de suas irmãs.
Após o AVC, o cantor e compositor mineiro passou a sofrer com diversos problemas de saúde. Ele perdeu a visão de um olho e foi diagnosticado com diabetes, hipertensão arterial e com Mal de Alzheimer. No fim da vida, Ned se locomovia com a ajuda de uma cadeira de rodas.

Carreira:

Nascido em Ubá, em Minas Gerais, Nelson Ned d'Ávila Pinto é o primogênito de uma família de sete filhos. Logo aos 17 anos, contudo, ele deixou a cidade onde nasceu para tentar a sorte como cantor no Rio de Janeiro.
Foi nos anos 60 que o cantor viu seu talento reconhecido no Brasil e fora do país, principalmente na América Latina, em países como Colômbia, México e Argentina.
O 1,12 m de altura e poderosa voz grave deu a Ned o apelido de o “pequeno gigante da canção”, alcunha adotada por ele, inclusive, em sua biografia, lançada em 1996.
Cantor e compositor, Ned criou ao longo dos anos um repertório de cunho romântico, com músicas como “Tudo Passará”, regravada mais de 40 vezes por outros artistas, e “Se Eu Pudesse Falar com Deus”.
Além de se apresentar na América Latina e pelo Brasil, Ned teve como ápice da carreira as três apresentações realizadas no histórico Carnegie Hall, em Nova York, com lotação esgotada.
Nos Estados Unidos, Ned foi o primeiro latino-americano a vender 1 milhão de discos e chegou a se apresentar ao lado de grandes nomes da música romântica internacional, como Julio Iglesias e Tony Bennett.
Na década de 1990, Ned se converteu à religião evangélica e passou a cantar músicas de cunho religioso, novamente com bastante sucesso.
O corpo de Nelson Ned  foi cremado, no Cemitério Horto da Paz, em Itapecerica da Serra, na Grande São Paulo.

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